terça-feira, 12 de junho de 2012


HORÁRIO DE EXAMES - PEDAGOGIA

(Somente alunos que não excederam o limite de faltas e que obtiveram média igual ou superior a 3,0 e inferior a 7,0 poderão fazer as provas de exame)

     PERÍODO: VESPERTINO

TURMA
25/06 (SEGUNDA)
26/06 (TERÇA)
27/06 (QUARTA)
SPVA
6º SEM
·     Met. Ciências Humanas
·     Met. Linguagens e Códigos
 (Alícia/Ivan)
·      Educação a Distância
·     Org. e Gestão Escolar
(Isilda/Miriam)
·   TCC
·  Met. Ciências e Matemática
(Olavo)


 HORÁRIO DE EXAMES - PEDAGOGIA
  
(Somente alunos que não excederam o limite de faltas e que obtiveram média igual ou superior a 3,0 e inferior a 7,0 poderão fazer as provas de exame)
                                                                        
                                     PERÍODO: MATUTINO
TURMA
25/06 (SEGUNDA)
26/06 (TERÇA)
27/06 (QUARTA)
SPME
6º SEM
·     Met. Ciências Humanas
·     Org. e Gestão Escolar
(Isilda)
·   Educação a Distância
·   Met. Cont. Ciências/Matemática
(Miriam)
·   TCC
·     Met. Linguagens e Códigos
(Olavo)
SPMF
5º SEM
·     Libras/Braile
·     Met. Temas Transversais
(Elenir)
·     Fund. e Met. da Alfabetização
·         Gestão Escolar
 (Isilda)
·  Literatura infantil
(Patrícia)
SPMG
3º SEM
·     Biologia Educacional
·     Oficina de Recursos
(Olavo)
·    Educ, de  Jovens e Adultos
·     Psicologia do Desenvolvimento
(Olavo)
·  Sociologia da Educação
·  Met. Educação Infantil: Conhecimento de Mundo
(Eliane)
SPMH
2º SEM
·     Língua Portuguesa
·     TCC
(Persio)
·   Psicologia da Educação
·     Estrutura e Funcionamento
·     Política Educacional
(Marcia)
·  Intervenção Pedagógica Clínico e Comunitário
 (Elenir)
SPMI
1º SEM
·     Educação em Saúde
·     Currículos e Programas
(Patrícia Rodrigues)
·   Filosofia da Educação
·   Língua Portuguesa
(Patrícia Valim)
·  Aprendizagem e Tecnologia
·  Fund. Educação Básica
(Miriam)

Sisu está aberto para consulta de vagas; inscrições começam dia 18

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre estarão abertas entre 18 e 22 de junho, no site http://sisu.mec.gov.br. Os estudantes que prestaram o Enem 2011 podem se candidatar a até duas opções de curso entre 30.548 vagas oferecidas por 56 instituições públicas de ensino superior. Ao todo, 8.688 cadeiras estão reservadas para políticas afirmativas, como cotas. 

O Sisu é o ambiente virtual criado pelo Ministério da Educação (MEC) para selecionar alunos para cursos de graduação com base nas notas obtidas no Enem. O sistema foi ao ar nesta segunda-feira, 11, para permitir a consulta das vagas disponíveis.

A partir do dia 18, e ao longo do período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos serão divulgadas diariamente no portal. As informações poderão ser consultadas a qualquer hora do dia. No próprio sistema, o estudante já pode tirar dúvidas sobre notas de corte, datas das chamadas, período de matrículas nas instituições, resultados e lista de espera.
O site permite ainda localizar cursos e vagas por meio de pesquisa com a indicação do município, da unidade da federação e da instituição de ensino. É possível ainda saber em quais instituições estão as vagas pretendidas.

Cronograma
No dia 25 será divulgado o resultado final do Sisu. A matrícula dos estudantes selecionados em primeira chamada deve ser feita entre os dias 29 e 2 de julho. Os selecionados para a segunda opção ou que não atingirem a nota mínima em nenhum dos dois cursos escolhidos podem permanecer no sistema e ser convocado na chamada seguinte, a partir de 6 de julho. Quem não for selecionado em nenhuma das chamadas pode pedir inclusão em lista de espera.
O candidato aprovado na primeira opção de curso será automaticamente retirado do sistema. Caso não faça a matrícula na instituição para a qual foi selecionado, perde a vaga.

O edital que define o processo de seleção unificada para o segundo semestre foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

sexta-feira, 8 de junho de 2012




Senado aprova cotas social e racial para 50% das vagas

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, 06/06/2012, projeto de lei que reserva 50% das vagas em universidades federais e estaduais para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio na rede pública. O mesmo percentual será aplicado nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. 

A matéria ainda será votada em outras duas comissões – Educação e a de Assuntos Sociais. Pela proposta já aprovada na Câmara, metade das vagas previstas será reservada a estudantes oriundos de famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita.

As vagas, segundo o projeto, serão preenchidas por curso e turno, pelas pessoas que se autodeclararem negros, pardos e indígenas por meio de cota racial. Para efeito de cálculo, será levado em conta a população desses brasileiros no estado onde estiver instalada a instituição de ensino com base no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).No caso de não preenchimento das vagas, de acordo com os critérios estabelecidos, a sobra será completada por estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas sem qualquer distinção racial.

Pelo projeto de lei da Câmara, o governo federal terá um prazo de dez anos, a contar da promulgação da lei, para se adequar às novas regras. Neste período, será feita a revisão do programa de acesso nas instituições de educação superior.Em seu parecer, a senadora Ana Rita (PT-ES) diz que a adoção de legislação punitiva ao crime de racismo é insuficiente para reduzir a assimetria entre brancos e negros. “De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), os brasileiros negros, pretos e pardos constituem 49,5% da população e encontram-se em situação de grande desigualdade em relação aos brancos em todos os indicadores sociais”, disse a senadora.

Informações Retiradas do jornal O Estado de S.Paulo.
 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ELES NÃO SABEM LER. E AGORA?

 
Alguns especialistas chamam de era do conhecimento ou sociedade da informação o mundo atual em que vivemos. Nessa sociedade contemporânea a habilidade mais básica que todo cidadão deve possuir é a proficiência em leitura. Lamentavelmente, isso não foi comunicado ao cidadão brasileiro médio, visto que apenas 1% dos estudantes possui habilidades avançadas em leitura. Em países desenvolvidos, o porcentual é de 15%.

Outra triste constatação é o fato de 55% dos jovens brasileiros estarem no nível mais baixo de proficiência em leitura, segundo avaliação internacional. Se incluirmos na análise os mais de 80 milhões de adultos que não possuem o ensino médio, constatamos que o Brasil possui uma nação de semilletrados, o que coloca o nosso país em grande desvantagem competitiva internacional.

Muitas empresas tentam contribuir, mas estão tratando o problema com o remédio errado. Os núcleos de capacitação financiados pela iniciativa privada e pelo governo querem profissionalizar jovens que ainda não sabem ler de forma articulada. A maioria dos cargos disponíveis requer a capacidade plena de expressão oral e escrita e de realização de cálculos básicos. Essas competências são obtidas por meio de um ensino médio de qualidade. O cumprimento dessa etapa básica garante em empregabilidade e livra o jovem do subemprego e demais constrangimentos sociais.

No Instituto Direcionar, bons resultados estão sendo percebidos através de aulas de português e oficinas de leitura, onde jovens exercitam a oralidade e melhoram a fluência. Doutores em matemática afirmam que português é abase para um bom desempenho nas disciplinas exatas, pois muitas vezes a dificuldade está no entendimento do enunciado dos problemas.

O domínio pleno da língua portuguesa obedecendo aos critérios da norma culta é o que alguns especialistas chama de "linguagem da oportunidade". Essa definição encerra a discussão sobre a liberdade de o jovem expressar-se com gírias ou dialetos locais.

O estudante deve ser preparado para falar a linguagem do trabalho, dos estudos e dos negócios. É a linguagem que o jovem precisará utilizar para ser aprovado em uma entrevista de emprego e para ser bem-sucedido no vestibular.

Nossa sociedade tem um longo caminho a percorrer para realizar uma grande reforma educacional, mas podemos avançar bem rápidos se nos atentarmos para a real necessidade que temos: os jovens não precisam de cursos profissionalizantes, eles precisam ser alfabetizados.

Ponto de Vista de Eduardo Filho - especialista em educação e presidente do Instituto Direcionar

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ministro Aloizio Mercadante defende inclusão de alunos com deficiência em classes regulares

Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, 31, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu a política de estímulo à educação especial em classes regulares. “O Brasil tem que ter 100% das crianças e jovens com deficiência na escola. A escola de atendimento especial é um direito, sim, mas para ser exercido de forma complementar e não excludente”, enfatizou.

Mercadante citou dados do censo da educação básica, que mostram que no ano 2000 havia apenas 21,4% das pessoas com deficiência matriculadas no ensino regular público. Em 2011, o número saltou para 74,2%. Além disso, 22% das escolas hoje têm acessibilidade. Há 12 anos, eram apenas 2,2%. Em relação ao acesso, segundo o ministro, 69% dos favorecidos pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) estão nas escolas públicas. E 78% dos professores já passaram por formação em educação especial.

“A política de educação inclusiva permitiu um crescimento espetacular, de forma que os estudantes com deficiência convivem com os outros alunos e os outros alunos convivem com eles”, afirmou Mercadante. Ele lembrou ainda que escolas estão sendo reformadas e ônibus escolares adaptados para permitir a acessibilidade.

O ministro destacou que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) contabiliza dupla matrícula para os estudantes com deficiência da rede pública. Isso para que possam frequentar escolas regulares em um turno e atendimento especializado em outro. “O aluno tem que fazer o ensino regular e o especial e isso é referendado pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU de 2006 e pela Conferência Nacional de Educação de 2010. Essa é uma discussão já superada”, disse.

Na visão do ministro, os jovens com deficiência demonstram cada vez mais inserção no mercado de trabalho e atuam com competência. “É isso que queremos, não vamos de novo segregar, como fazíamos há 10 anos. Pelo contrário, temos que buscar ainda centenas de milhares de jovens pobres com deficiência que não conseguem chegar à escola, um a um”.

mec.gov.br

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Inscrições para terceira edição da olimpíada de Língua Portuguesa

Secretarias de educação de estados, municípios e Distrito Federal e escolas públicas da rede de educação básica têm prazo até o dia 25/05/2012  para fazer a inscrição na terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. O processo de inscrição tem duas etapas. A primeira, de adesão das secretarias; a segunda, das escolas.
A olimpíada é promovida pelo Ministério da Educação, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A proposta da competição é estimular a leitura e o desenvolvimento da escrita entre estudantes da educação básica pública, que vão desenvolver, em quatro gêneros, o tema O Lugar onde Vivo. Alunos do quinto e do sexto anos do ensino fundamental abordarão o tema na forma de poemas; do sétimo e oitavo, de memórias literárias; do nono ano do ensino fundamental e da primeira série do ensino médio, de crônicas; da segunda e da terceira séries do ensino médio, de artigos de opinião.

A olimpíada também proporciona capacitação a professores. Ao acompanhar seus alunos na competição, eles integram um processo de formação. As redes oferecem cursos e oficinas de revisão de conteúdos de língua portuguesa. “Um dia, estou na sala de aula, com meu aluno, lendo e produzindo textos; no outro, estou, como cursista, participando de uma formação presencial”, destaca a professora Joana D’Arc Gonçalves Silva, da Escola Dom Bosco, de Aliança, Pernambuco.
Prêmios — Dividida em etapas, a seleção dos trabalhos elaborados pelos estudantes começa na escola, passa por município, estado e região e chega ao âmbito nacional. A premiação compreende entrega de medalhas, obras literárias, microcomputadores e aparelhos de som portáteis, entre outros itens, a 20 estudantes e 20 professores. Nas fases intermediárias há prêmios também para alunos e docentes e para as escolas.

Na segunda edição, em 2010, a olimpíada teve a participação de aproximadamente 7 milhões de alunos e de 239,4 mil professores, representantes de 60,1 mil escolas públicas.

As inscrições para a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro devem ser feitas pela internet, na página Comunidade Virtual.

http://portal.mec.gov.br

ENSINO MÉDIO INFORMA:


http://www.cpp.org.br/

Os últimos números do Ministério da Educação (MEC) revelam que, em 2011, o índice de reprovação na rede pública e privada de ensino médio foi de 13,1% - o maior dos últimos 13 anos. Em 2010, foi de 12,5%. Os alunos reprovados não conseguem ler, escrever e calcular com o mínimo de aptidão, tendo ingressado no ensino médio com nível de conhecimento equivalente ao da 5a série do ensino fundamental.

O Estado com o maior ínidce de reprovados foi o Rio Grande do Sul, 20,7% dos alunos. Em segundo lugar aparecem, empatados, Rio de Janeiro e Distrito Federal, com índice de 18%, seguidos pelo Espírito Santo (18,4%) e Mato Grosso (18,2%). A rede municipal de ensino médio na região urbana de Belém, no Estado do Pará, foi a que apresentou o maior índice de reprovação do País (62,5%), seguida pela rede federal na zona rural de Mato Grosso do Sul (40,3%). No Estado de São Paulo, o índice pulou de 11% para 15,4%, entre 2010 e 2011.

Os Estados com os menores índices de reprovação foram Amazonas (6%), Ceará (6,7%), Santa Catarina (7,5%), Paraíba (7,7%) e Rio Grande do Norte (8%). Os indicadores também mostram que 9,6¨dos estudantes da rede pública e privada de ensino médio abandonaram a escola, em 2010, a taxa foi de 10,3%; em 2009, ela foi de 11,5%; e em 2008, de 12,8%.

Já na rede pública e privada de ensino fundanental, o movimento foi inverso ao do ensino médio. Entre 2010 e 2011, a taxa média de reprovação caiu de 10,3% para 9,6% e o índice de abandono diminuiu de 3,1% para 2,8% no período. Os Estados com os maiores índices de repetência foram Sergipe (19,5%), Bahia (18,5%), Alagoas (15,2%), Rio Grande do Norte (14,9%) e Rondônia (14,2%). Se forem consideradas apenas as escolas públicas, as redes de ensino fundamental da Bahia e Sergipe foram as que registraram os mais altos índices de reprovação do País - 26,6% e 22,5%, respectivamente. Os Estados com as menores taxas foram Mato Grosso (3,6%), Santa Catarina (4,4%), São Paulo (4,9%), Minas Gerais (7,3%) e Goiás (7,6%).

 Esses números, que atestam o fracasso da política educacional dos governos Lula e Dilma, foram divulgados na última segunda-feira, pelo site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao MEC. Como não havia nada para comemorar ou para ser explorado politicamente pelo governo na campanha eleitoral deste ano, a divulgação foi feita de maneira muito discreta - evidentemente, para não prejudicar a imagem do ex-ministro Fernando Haddad, candidato à Prefeitura de São Paulo.

Ao depor na Câmara dos Deputados, em 2007, Haddad afirmou que o ensino médio vivia uma "crise aguda" e reconheceu que as políticas até então adotadas pelo governo federal para estimular os governos estaduais a modernizarem o ensino médio não vinham surtindo efeito. Em 2008, quando integrou um grupo interministerial com o então secretário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, ele pediu ao CNE novas diretrizes curriculares para tentar melhorar a qualidade do ensino médio - o mais problemático de todos os ciclos de ensino.

Homologadas no final de março por seu sucessor, essas diretrizes sugerem a adoção de "procedimentos que guardem maior relação com o projeto de vida dos estudantes". A ideia é tornar o ensino médio mais atraente, valorizando a correlação entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura. Quando as diretrizes foram anunciadas, em meio a mais uma polêmica sobre o desvirtuamento do Exame Nacional do Ensino Médio, por causa das mudanças introduzidas por Hadda nesse mecanismo de avaliação, vários pedagogos afirmaram que elas não eliminarão os gargalos do ensino médio. Para esses pedagogos, as novas diretrizes são mais retóricas do que práticas e estimulam a oferta de um grande número de disciplinas.

As taxas de reprovação e abandono no ensino médio divulgadas pelo Inep são mais um sinal de alerta sobre a má qualidade da educação brasileira. E pelas políticas adotadas até agora, dificilmente esse quadro mudará tão cedo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Projeto de lei que trata de reajuste dará lugar a uma medida provisória

Será convertido em medida provisória o Projeto de Lei nº 2.203/2011, que trata das carreiras de diversos órgãos da administração pública federal. Entre elas, as do magistério superior das universidades federais e dos professores do ensino básico, técnico e tecnológico vinculados aos institutos federais de educação, ciência e tecnologia. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, 11, pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante.


O projeto de lei, que tramita na Câmara dos Deputados, trata da incorporação, ao vencimento básico dos professores, das gratificações específicas do magistério superior (Gemas) e de atividade docente do ensino básico, técnico e tecnológico (Gedbt). Determina ainda o reajuste de 4% sobre a tabela de remuneração. Os efeitos da medida provisória serão retroativos a março de 2012.

As decisões do governo federal resultam das negociações salariais realizadas em 2011 com as entidades representativas dos professores, por meio do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), da Federação de Sindicatos de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica Profissional (Sinasefe).

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Concursos para professor de educação básica


Uma das seleções recente é a da prefeitura de Rio Claro, que tem 105 oportunidades para professor de educação básica, com ganhos de até R$ 3.234. As inscrições vão até 11 de junho, no site www.vunesp.com.br.

Na região metropolitana, o município de Cotia contrata 240 servidores na educação com salário na faixa de R$ 735 a R$ 1.529. Procuram-se 50 auxiliares de classe e 190 professores de educação básica e adjuntos nas disciplinas de ates, ciências, educação física, geografia, história, inglês, matemática e português. Os cargos exigem nível médio ou superior.  As inscrições devem ser feitas até o próximo dia 18 de maio, pela internet, no site www.rboconcursos.com.br.


cpp.org.br

terça-feira, 1 de maio de 2012

Há 10 anos a língua brasileira de sinais promove inclusão.

Há dez anos, a língua brasileira de sinais (libras) passou a ser reconhecida como meio legal de comunicação e expressão pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Passada uma década, observa-se maior inclusão de pessoas com deficiência auditiva nas escolas regulares.
Dominar a libras permite às pessoas com deficiência auditiva ter maior autonomia, independência social e cidadania. A política de educação inclusiva, adotada pelo Ministério da Educação, orienta os sistemas de ensino para garantia do ingresso dos estudantes com surdez nas escolas comuns, mediante a oferta da educação bilíngue, dos serviços de tradução e de interpretação de libras-língua portuguesa e do ensino de libras.

De acordo com a diretora de políticas de educação especial da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra, o ensino da libras é parte do processo de organização do sistema de ensino inclusivo. “Para que a educação seja, de fato, um direito de todas as pessoas, é preciso que os sistemas de ensino identifiquem e atendam as especificidades educacionais dos estudantes”, disse a diretora.

Para a efetivação da educação bilíngue, o Ministério da Educação desenvolve programas e ações, em parceria com os sistemas de ensino. O curso de formação inicial de professores em letras-libras para promover a formação de docentes para o ensino de libras foi instituído por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e mantém 18 polos. Em 2010, mais dois cursos foram criados pelas instituições federais de Goiás e Paraíba, nas modalidades presencial e a distância.
O Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) criou o curso de pedagogia bilíngue libras-língua portuguesa para expandir a educação inclusiva. Ele conta com a matrícula anual de estudantes surdos e ouvintes.

O Programa Nacional para a Certificação de Proficiência no Uso e Ensino da Libras e para a Certificação de Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras-Língua Portuguesa (Prolibras) promove dois exames periodicamente. Um deles, voltado para o ensino médio e superior, certifica professores para a aplicação e o ensino da libras em sala de aula. Outro capacita profissionais em tradução e interpretação da libras. Até 2010, foram realizadas cinco edições do exame em todo território nacional e certificados 6.100 profissionais.
O panorama da inclusão nas escolas comuns da rede pública vem se modificando. O número de matrículas de estudantes que formam o público alvo da educação especial em classes comuns passou de 28% em 2003 para 74% em 2011. No mesmo período, o número de escolas de educação básica com essas matrículas passou de 13.087 para 93.641.

Mais Informações: http://www.mec.gov.br/

SEGUNDO IBOPE, A POPULAÇÃO DEVE MOVIMENTAR R$ 49,55 BILHÕES COM EDUCAÇÃO.

Pesquisa do Ibope Inteligência mostra que, este ano, o brasileiro vai gastar R$ 49,55 bilhões com educação básica e superior, o que dá um gasto per capita de R$ 303,92. Esses resultados mostram um aumento em relação a 2011, quando o gasto total foi de R$ 43,61 milhões e o per capita, de R$ 267,68.

Os dados, divulgados às vésperas do Dia Mundial da Educação (28/4), são estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência.

A classe B, responsável por 24,45% dos domicílios urbanos, é a que apresenta maior potencial de consumo neste segmento: 58,26%. A classe C, com 52,38% dos domicílios em áreas urbanas, responde por 18,67% do potencial de consumo da categoria, enquanto a classe A (2,6% dos domicílios) tem potencial de 21,55% e a DE (20,58% dos domicílios), de 1,53%.

Por região, o estudo mostra que o Sudeste tem o maior potencial de consumo, com 56,85%, seguido do Sul (15,32%) e do Nordeste (14,86%). O Centro-Oeste tem um potencial de 8,31% e o Norte, de 4,66%.
Com relação ao consumo per capita, a estimativa de gasto no Sudeste é de R$ 373,07 por ano, seguido do Sul (R$ 323,48) e do Centro-Oeste (R$ 322,87). A região Norte aparece com um consumo de R$ 192,88 e o Nordeste, com R$ 187,18.
O cruzamento de dados por região e classe social mostra que a classe B do Sudeste tem o maior potencial de consumo, com R$ 17,30 bilhões, e a classe DE da região Norte o menor, com R$ 60 milhões.

A estimativa para mensalidade e matrícula escolar inclui número de domicílios em área urbana e potencial de consumo per capita, por região e por classe social.

Informações site: http://www.cpp.org.br/noticiascpp.php?id=4922

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Manual do Estagio supervisionado.



O estágio supervisionado do curso de Licenciatura em Pedagogia é um momento de formação profissional do futuro licenciado, não se preocupe com as dúvidas consulte nosso manual.

http://www.famesp.com.br/_pdf/regimento_%20estagio_supervisionado.pdf

Manual TCC

Dúvidas Referentes a formulação do tcc ? Consulte o manual.
http://www.famesp.com.br/_pdf/manual_tcc_2011.pdf