quarta-feira, 29 de maio de 2013

Ministério lança programa para incentivar o empreendedorismo

“Precisamos criar a cultura do empreendedorismo na juventude.” A afirmação foi feita pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, na manhã desta terça-feira, 28, ao lançar o programa Pronatec Empreendedor, durante o Encontro Nacional de Educação Empreendedora, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Brasília. A previsão é de que, já em 2013, o programa capacite mais de 181 mil estudantes de 15 cursos, além de 2,5 mil professores.

O escopo do Pronatec Empreendedor prevê a inserção de conteúdos sobre empreendedorismo nos cursos que já são ofertados pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Para 2014, o programa Pronatec Empreendedor deve ser ampliado. A previsão é de que 1,3 milhão de estudantes sejam capacitados, bem como 5 mil professores.

Na cerimônia, o ministro da Educação assinou termo de cooperação com o Sebrae, que será o grande parceiro neste programa. As instituições do Sistema S já ofertam cursos do Pronatec.

“O Brasil precisa impulsionar as cadeias portadoras de futuro e reduzir custos na produção. Não faremos nada disso com competência, se não formarmos bem”, salientou o ministro Mercadante. “O Pronatec vem abrir a porta do ensino técnico profissionalizante. Isso vai aumentar a produtividade, que é o que mantém o crescimento a médio e longo prazo”, completou.
Fonte: http://portal.mec.gov

domingo, 3 de março de 2013




O Itaú Criança é um programa da Fundação Itaú Social.
Para receber os livros é necessário realizar um cadastro no site do programa Itaú Criança, da Fundação Itaú Social. Eles chegam pelo correio na casa do solicitante. 
Além dos livros, é enviado um informativo com dicas de como estimular a leitura entre crianças.
Agora os livros já estão disponíveis também em versão braile e foram produzidas pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. As histórias são indicadas para crianças de até cinco anos.
Os livros disponíveis são: “Lino”, de André Neves; “Poesia na Varanda”, de Sônia Junqueira; e “O Ratinho, o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado”, de Don e Audrey Wood.

Peça já o seu!
https://ww2.itau.com.br/itaucrianca/peca_colecao_braile.aspx

sábado, 2 de março de 2013

Mercadante pede vinculação de royalties com educação.

 Ministro da Educação conversou com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, para “discutir com profundidade” a questão. Carimbo para os recursos não estava previsto no projeto aprovado na Casa no ano passado.

   

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, pediu nesta quinta-feira (28) que deputados e senadores tenham disposição para discutir “com profundidade” a vinculação dos royalties do petróleo à educação. O apelo ocorreu durante reunião com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), horas depois de o peemedebista anunciar, com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a votação do veto parcial de Dilma Rousseff ao projeto da divisão dos lucros da exploração.

Tudo sobre os royalties
“Primeiro, qualquer que seja a decisão com relação ao veto da Câmara, que haja disposição de discutir com proundidade a vinculação dos recursos dos royalties na educação”, disse Mercadante. No projeto que tramitou na Câmara até o ano passado, estava prevista a destinação de 50% do Fundo Social para a educação. A articulação foi feita com os deputados pelo próprio ministro da Educação. No entanto, a proposta acabou derrotada.
Os deputados aprovaram o texto vindo do Senado, elaborado pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que beneficia os estados não produtores e não carimba recursos para nenhuma área. Em seguida, a presidenta Dilma Rousseff vetou trechos da proposta. Ela argumentou que o país “não quebra contratos vigentes“. Depois, editou a Medida Provisória 592/12, que carimba 100% dos lucros para as futuras concessões fora da camada pré-sal e 50% do Fundo Social para a educação.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Escolas que melhoraram resultados valorizam professores, diz estudo.

Especialistas em educação visitaram seis escolas brasileiras para descobrir como cada uma delas conseguiu fazer com que seus alunos atingissem um nível de aprendizado considerado adequado.
A pesquisa em campo resultou em um estudo que aponta iniciativas comuns encontradas nas escolas, localizadas nas cinco regiões do país. Publicado em dezembro, o estudo coordenado pela Fundação Lemann e pelo Insper tenta identificar os motivos por trás dos êxitos de escolas públicas de Tocantins, Rio de Janeiro, Goiás, Ceará e Paraná.
Segundo o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins Faria, as práticas observadas durante as visitas não são novidade. A principal delas é a valorização dos professores, responsáveis finais pela educação das crianças. Outras políticas conhecidas são a elaboração e execução de planos de metas, o acompanhamento contínuo do trabalho do professor e do rendimento do aluno, além do reforço escolar.
 
"As políticas que a gente encontrou nas escolas não são muito desconhecidas. Mas saber como elas conseguiram implantar essas políticas é importante", afirmou Faria ao G1.
As escolas foram selecionadas a partir de um grupo de 215 instituições da rede pública de ensino fundamental I (com turmas do primeiro ao quinto ano) que passaram por diversos filtros.
 
Filtros Os pesquisadores buscaram primeiramente escolas com alunos do mais baixo nível socioeconômico. A partir deste grupo, as instituições foram filtradas de acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que deveria ser igual ou acima da meta para 2022 estipulada pelo governo (no fundamental I, a meta é 6). Elas ainda precisavam ter participação de pelo menos 70% de seus alunos na Prova Brasil, exame do Ministério da Educação que avalia a proficiência dos estudantes em português e matemática.
Além disso, o filtro da Prova Brasil exigiu que 70% dos alunos da turma que fizeram a prova alcançassem o nível de proficiência considerado adequado, e não mais que 5% dos alunos ficassem no nível considerado insuficiente.
Os requisitos avaliaram também a evolução dos resultados da escola em todas as edições do Ideb e selecionou aquelas que tiveram desempenho consistente.
Professores valorizados
Ao contrário do que se espera, as integrantes deste seleto grupo não são de um modelo diferente das milhares de escolas públicas brasileiras, que sofrem com problemas estruturais impossíveis de um diretor ou secretário municipal resolver sozinho.
O economista explicou que mesmo nas escolas consideradas casos de sucesso os professores estavam insatisfeitos com os planos de carreira e os níveis salariais. Outros fatores, como o fato de o baixo nível de qualidade das escolas faz com que as crianças já cheguem ao próximo ano com defasagem no aprendizado, também foram encontrados nas visitas.
"Quando você pensa nas mudanças estruturais necessárias, mesmo que elas não sejam feitas, as escolas investem em outros fatores. É importante pensar como avançar no aprendizado dadas as condições existentes", afirmou ele.
No caso da valorização dos professores, as estratégias encontradas nas escolas incluem dar destaque aos professores que estão se saindo bem. Um exemplo citado por Faria é convidar um professor que consegue ensinar um conteúdo como ninguém para dar uma palestra de formação continuada aos colegas.
No Ceará, segundo ele, o governo estadual premia as melhores escolas, que passam a ser conhecidas como "escola nota dez". Segundo ele, isso ajuda a aumentar a autoestima e o orgulho de quem estuda e trabalha lá. "É um nome até um pouco bobo, mas você pensa no quanto se sente bem quando ouve a escola ser chamada assim."
A implantação de metas também pode ser feita de forma eficaz quando os gestores conseguem fazer com que os professores não sintam que a meta é um mecanismo de punição para quem ficar abaixo, e sim uma maneira de valorizar o que está sendo feito de bom. "Se não conseguir passar essa mensagem para o professor, você não vai conseguir implementar a meta direito", explicou Faria.

FONTE: G1

Dilma pede apoio de professor americano para garantir pacto

A presidenta da República, Dilma Rousseff, convidou o professor norte-americano Salman Khan para desenvolver pesquisas educacionais e materiais pedagógicos específicos para serem usados no processo do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.
O programa, lançado em novembro do ano passado, é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios para assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade ao final do terceiro ano do ensino fundamental.
Em passagem pelo Brasil, o professor norte-americano esteve nesta quarta-feira, 16, no Palácio do Planalto com a presidenta e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Mais cedo, Khan participou de seminário sobre educação digital no MEC.
Segundo o ministro, Dilma mostrou interesse na plataforma desenvolvida por Khan. Ela acredita que o processo de educação no país precisa dar um salto de qualidade e que, para isso, é preciso explorar novas tecnologias.
Com mais de 6 milhões de acessos mensais pela internet, a Khan Academy oferece videoaulas de ciências como matemática, física, química e biologia, além de tópicos de humanidades, como história e história da arte, ciências da computação e economia. Os vídeos, traduzidos em dez idiomas, entre eles o português, estão disponíveis gratuitamente no Portal do Professor do Ministério da Educação.
O ministro afirmou ainda que o MEC pretende difundir cada vez mais o material da Khan Academy para auxiliar os alunos e professores no ensino médio. “Vamos procurar desenvolver essa experiência dentro do nosso processo de educação integral”, disse. “Atualmente, mais de 30 mil escolas oferecem ensino integral. Vamos pôr esse material à disposição para que os professores que se interessarem possam usar na educação de tempo integral.”
As regras do pacto foram estabelecidas pela Portaria nº 867, de 4 de julho de 2012, publicada no Diário Oficial da União de 5 de julho, seção 1, páginas 22 e 23.

Fonte: http://portal.mec

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

MEC divulga lista de cursos superiores com mais 38 cursos reprovado.


Foi publicada nesta terça-feira (8) no Diário Oficial da União lista com mais 38 cursos superiores com notas insatisfatórias na última avaliação do MEC (Ministério da Educação). A lista de cursos que estavam em análise complementa o anúncio feito pelo MEC (Ministério da Educação) em 2012 que apontava 207 cursos superiores reprovados.
Os cursos, que receberam notas 2 no CPC (Conceito Preliminar do Curso) de 2011, serão punidos com a suspensão de sua autonomia e assim não poderão, por exemplo, criar novas vagas. Cursos com conceitos abaixo de 3 ficam também automaticamente impossibilitados de oferecer o benefício do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).
Serão atingidas 21 instituições de ensino superior, entre elas federais, como o IF Fluminense (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense), e universidades privadas tradicionais, como a PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) e o Mackenzie (Universidade Presbiteriana Mackenzie). 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Entre 40 paises analisados, Brasil ocupa a 39ª posição de qualidade na Educação




Brasil está em penúltimo lugar em ranking de qualidade na Educação.
Em ranking divulgado nesta terça-feira (27), o Brasil aparece em penúltima posição, entre 40 países pesquisados. A lista pertence à Pearson International e faz parte do projeto The Learning Curve (A curva do aprendizado, em inglês). O ranking é elaborado a partir dos resultados de três testes internacionais, aplicados a alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental.

Visão geral dos países do ranking, divididos por grupos, conforme notas alcançadas (imagem: reprodução)

No topo da lista aparecem Finlândia e Coreia de Sul. Na 39º posição, o Brasil fica na frente apenas da Indonésia. Os 40 países foram divididos em cinco grandes grupos de acordo com os resultados. Ao lado do Brasil, mais seis nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia
Confira o ranking completo: 
1. Finlândia
2. Coreia do Sul
3. Hong Kong
4. Japão
5. Cingapura
6. Grã-Bretanha
7. Holanda
8. Nova Zelândia
9. Suíça
10. Canadá
11. Irlanda
12. Dinamarca
13. Austrália
14. Polônia
15. Alemanha
16. Bélgica
17. Estados Unidos
18. Hungria
19. Eslováquia
20. Rússia
21. Suécia
22. República Tcheca
23. Áustria
24. Itália
25. França
26. Noruega
27. Portugal
28. Espanha
29. Israel
30. Bulgária
31. Grécia
32. Romênia
33. Chile
34. Turquia
35. Argentina
36. Colômbia
37. Tailândia
38. México
39. Brasil
40. Indonésia
O ranking foi elaborado com base em dados divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que aplica os seguintes testes internacionais: Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa), Tendências Internacionais nos Estudos de Matemática e Ciência (Timms) e avaliações do Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização e Leitura (Pirls).
Além do ranking, a Pearson também lançou um portal com o mesmo nome do estudo, o The Learning Curve. No site é possível encontrar informações sobre os sistemas educacionais de todos os países pesquisados, em formato de mapas, infográficos, vídeos, entre outros.


FONTE: http://guiadoestudante.abril.com

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Exame teve comparecimento de 80% dos quase 590 mil inscritos


O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) foi aplicado neste domingo, 25, em todo o país, com a participação de 469.478 de estudantes concluintes de cursos superiores de graduação ou tecnológicos. Esse número corresponde a 79,9% dos 587.351 estudantes habilitados e inscritos pelas respectivas instituições de educação superior para participar da prova. No total, houve 118.056 estudantes ausentes, caracterizando, portanto, uma abstenção de 20,1%. 
Em 2012 foram avaliados estudantes concluintes dos cursos de bacharelado em administração, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, turismo, e dos cursos superiores tecnologia em gestão comercial, gestão de recursos humanos, gestão financeira, logística, marketing e processos gerenciais.
Entre as áreas avaliadas, psicologia foi a que registrou o menor índice de abstenção (11,2%). A seguir, vieram direito e secretariado executivo, cujos alunos ausentes foram, em ambos os casos, 15,4%. Já o curso com maior número de faltosos foi o de tecnologia em marketing, com 31% de abstenção.
Aplicação – A aplicação do Enade 2012 ocorreu com tranquilidade em todo o Brasil. A única ocorrência registrada foi na Universidade Anhanguera (Uniderp), de Campo Grande, onde faltou energia no horário da prova. Dos 2.557 estudantes inscritos naquela instituição, 1.779 fizeram a prova (70%), 652 estiveram ausentes (25%) e 126 assinaram a lista de presença e foram liberados da prova.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) acompanhou a situação. A assinatura da lista de presença garante aos alunos a continuidade do processo e o recebimento do diploma. 
O Enade é componente curricular obrigatório. O concluinte dos cursos avaliados em 2012 que não compareceu à prova no domingo e, portanto, não assinou a lista de presença e o cartão de resposta, sem amparo pelos critérios de dispensa previstos nas portarias normativas de números 40/2007 e 6/2012, fica em situação irregular junto ao Enade e não poderá concluir o curso de graduação.
As provas e os gabaritos do Enade 2012 deverão ser divulgados pela página do Inep na internet na próxima quarta feira, 28/11. Até 25 de dezembro de 2012, será aberto o acesso eletrônico ao relatório dos estudantes em situação regular junto ao Enade 2012, o que permitirá às instituições registrar no histórico escolar do estudante a sua situação. 


http://portal.mec.gov.br

Estado rico, professor desvalorizado


Diversos estudos internacionais confirmam algo que nós, brasileiros, já sabemos: os professores no nosso país são muito mal remunerados.
De acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo no dia 4 de outubro, “Professores brasileiros em escolas de ensino fundamental têm um dos piores salários de sua categoria em todo o mundo e recebem uma renda abaixo do Produto Interno Bruto (PIB) per capita nacional. É o que mostram levantamentos realizados por economistas, por agências da ONU, Banco Mundial e Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).”
É verdade que houve avanços nos últimos anos no sentido da valorização dos professores. Um deles, fundamental, foi a promulgação da lei 11.738/2008, que estabeleceu o Piso Salarial Profissional Nacional da categoria, hoje fixado em R$ 1.451,00. O estabelecimento do piso salarial teve forte impacto em milhares de pequenas cidades do País, sobretudo nas regiões mais afastadas do eixo Sul-Sudeste, onde os professores recebiam salários aviltantes. Mas ainda há um longo caminho a percorrer até que a situação se torne aceitável.
É importante destacar, como faz o próprio jornal, a situação no Estado de São Paulo, o mais rico e que possui a maior rede de ensino do país, com 230 mil professores. Sob o título “Salário pago em São Paulo afasta docentes”, o jornal publica análises de especialistas e publica a posição da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), à qual a APEOESP é filiada. A voz unânime é a de que os professores deveriam receber melhores salários.
Para nós, o tripé que sustenta a valorização do magistério é formado por carreira-salário-formação. O que ocorre no Estado de São Paulo é que a ausência de uma carreira justa e atraente, os salários baixos e a falta de formação inicial e continuada de qualidade, que atendam às necessidades dos professores e da escola pública, afastam muitos bons profissionais da rede estadual de ensino. Some-se a isto as más condições de trabalho, superlotação das salas de aula, violência nas escolas e jornadas de trabalho estafantes e o resultado é o que estamos assistindo: cai o interesse dos estudantes universitários pelas licenciaturas e faltam professores em diversas disciplinas.
Nós, da APEOESP, lutamos pela reposição de nossas perdas salariais, que exigem um reajuste de 36,74%, e, também, para que seja integralizado o reajuste de 10,2% prometido para 2012 e do qual só recebemos 5%. Também estamos participando da comissão paritária que discute a regulamentação dos novos níveis e faixas criados pela lei complementar 1143/2011, mas nosso horizonte é um novo plano de carreira, que atenda às necessidades do magistério.
Um dos dispositivos das Diretrizes Nacionais para os Novos Planos de Carreira do Magistério da União, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios, das quais fui relatora no Conselho Nacional de Educação, estabelece que os professores devem receber salários compatíveis com outras carreiras profissionais de formação equivalente.
Quanto à formação, consideramos imprescindível a implementação imediata ou paulatina (desde que negociada com os representantes dos professores) da chamada “jornada do piso”, que determina a destinação mínima de 1/3 da jornada semanal de trabalho para atividades extraclasse. Este tempo, na escola, pode ser destinado a programas de formação continuada no próprio local de trabalho para todos os professores, em convênio com as universidades públicas. Tal interação permitirá, sem dúvida, a necessária articulação entre teorias e práticas pedagógicas, enriquecendo a formação inicial e continuada.
Finalmente, é preciso aumentar substancialmente o investimento em educação, o que será possível com a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), destinando-se 10% do Produto Interno Bruto para o setor.
Educação pública de qualidade é fator de desenvolvimento de uma Nação. O professor é o elemento central do processo ensino-aprendizagem. Valorizar o professor, portanto, é contribuir decisivamente para o desenvolvimento do nosso país.


Fonte: apeoesp

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Sem saber escrever próprio nome, aluno será aprovado em escola do AM

Menino não consegue escrever o próprio nome, segundo avô (Foto: Reprodução/TV Amazonas)
Menino não consegue escrever o próprio nome,
segundo avô (Foto: Reprodução/TV Amazonas)

Preocupado com o futuro do neto, o comerciante Antônio Marques, de 55 anos, tenta reforçar os estudos do neto em casa. Aos nove anos, o garoto não sabe escrever o próprio nome e tem dificuldades de fazer operações básicas de Matemática. Segundo o comerciante, o aluno será aprovado em uma escola pública de Manaus para o terceiro ano do Ensino Fundamental.
Sob o olhar atento do avô, o garoto procura aprender em casa os ensinamentos repassados na escola. No boletim, ele apresenta boas notas, mas na prática o resultado é diferente: contas de somar e subtrair ainda são desafios para o menino. A situação gera preocupação no avô.
"Um prédio não pode começar a ser construído do quinto andar, tem que ter a base. Esse menino não tem base alguma. Ele não sabe nem assinar o nome. Não dá para ser ninguém assim", disse.
Segundo a profissional, há males irreparáveis se a criança não conseguir aprender o assunto da escola. "Muitos professores em sala de aula, pouca estrutura para se trabalhar. Os pais deveriam exigir a reprovação se constatassem que as crianças não estão aptas a seguir na escola", explicou.
Em 2010, o Ministério da Educação (MEC) decidiu que o processo de alfabetização seria contínuo. Nos três primeiros anos, nenhum aluno pode ser reprovado. Para o neto de Antônio Marques e muitas outras crianças, o resultado disso é 'prejuízo na certa'. É o pensa a psicopedagoga Ivone dos Reis, que há 30 anos lida com crianças que possuem déficit de atenção.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que conforme estabelece a resolução do MEC, por meio do Conselho Nacional de Educação Básica, nº 7, de 14 de dezembro de 2010, o processo de alfabetização é contínuo e que deve ser concluído ao final dos três anos iniciais do Ensino Fundamental.
FONTE: G1.globo

Governo investe R$ 2,7 bilhões para alfabetizar crianças até oito anos


Alfabetizar plenamente todas as crianças até a idade de oito anos, sem exceção, nas 27 unidades federativas. Este é o desafio do governo federal nos próximos anos. Para cumprir a meta, a presidenta da República, Dilma Rousseff, acompanhada do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, lançou nesta quinta-feira, 8, o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, em cerimônia no Palácio do Planalto.

"Nós sabemos sem sombra de dúvidas que um caminho, do ponto de vista de sua perenidade, mais que outros, tem o poder de assegurar o acesso das pessoas a igualdade de oportunidades: é a educação”, afirmou a presidenta. “O pacto tem o caráter da urgência das tarefas inadiáveis. Esse caráter de urgência se soma a um caráter estratégico que temos sobre uma visão de futuro para o país. Sem o pacto, não teremos igualdade efetiva no país”, concluiu. 

Com investimento inicial de R$ 2,7 bilhões, o pacto é uma articulação inédita com todos os secretários estaduais de educação e, até o momento, 5.271 municípios. O pacto envolve aproximadamente 8 milhões de alunos, nos três primeiros anos do ensino fundamental, distribuídos em 400 mil turmas, de 108 mil escolas da rede pública. 

O eixo principal do pacto será a oferta de cursos de formação continuada para 360 mil professores alfabetizadores, com tutoria permanente e auxílio de 18 mil orientadores de estudo capacitados em 36 universidades públicas. O MEC também distribuirá mais de 60 milhões de livros didáticos, além de jogos pedagógicos. O esforço coordenado tem a finalidade de reverter o atual cenário do país, em que a média nacional de crianças não alfabetizadas até os oito anos chega a 15,2% – de acordo com dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A presidenta ainda anunciou que, para 2014, o governo federal concederá um prêmio de R$ 500 milhões distribuídos entre professores e escolas que mostrarem mais avanços no processo de alfabetização. A comissão que avaliará professores e escolas será formada por representantes do MEC, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed).

Para o ministro Aloizio Mercadante, a alfabetização plena é o caminho para acabar com a desigualdade (Foto: João Neto/MEC)
“Este é um objetivo estruturante para a educação. Eu diria que este desafio que temos pela frente é a raiz de toda a desigualdade social e regional do nosso país. É o caminho para construirmos um país mais moderno e desenvolvido, com a igualdade de oportunidades. Sem esses instrumentos essas crianças não têm condições de se desenvolver”, salientou Mercadante.

Entre as ações do pacto estão previstas avaliações diagnósticas contínuas em sala de aula, conduzidas pelos professores. Também serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) avaliações anuais aos concluintes do segundo e terceiro anos do ensino fundamental. “Todas as crianças serão avaliadas aos sete e oito anos, para sabermos exatamente o que está acontecendo em cada sala de aula, em cada escola. Com isso, podemos apoiar e superar as dificuldades para que nenhuma criança fique para trás, naquele canto da sala”, ressaltou o ministro.

Assessoria de Comunicação Social

Confira estados e número de municípios que aderiram ao pacto

Procedimentos para municípios que quiserem aderir ao pacto

Ouça o discurso do ministro Aloizio Mercadante durante cerimônia no Palácio do Planalto

Saiba o que é o pacto pela alfabetização na idade certa

FONTE: portal.mec

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Feliz Dia das Crianças


 
Todo mundo carrega dentro de si uma criança.
E todo mundo aprende a reprimi-la para ser adulto.
Crescemos e "temos" que ser sérios.
Quantas vezes você já não ouviu alguém dizer: "deixe de criancice!"?

E desde quando precisamos deixar de ser crianças?
Ria de você mesmo, seja "ridículo",brinque na chuva, de fazer castelos na areia, de fazer castelos no ar...sonhe, faça bagunça no meio da rua, cante na hora que der vontade,converse com você mesmo como se tivesse conversando com um amiguinho,assista desenho animado e veja a sua vida como se ela fosse um desenho animado, brinque com uma criança... como uma criança...

Autor: Desconhecido

Como surgiu o Dia da Criança


O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.

Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de 

"criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi 

oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.
Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. 

A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na 

Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e 

Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez 
das crianças da China e do Japão comemorarem!


Dia Universal da Criança
Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

Fonte: portaldafamilia

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Escolas com tempo integral têm forte evolução no desempenho


De acordo com a proposta do programa Mais Educação, os estudantes têm acompanhamento pedagógico obrigatório no turno oposto ao das aulas e contam ainda, com café da manhã, almoço e lanche (foto: Wanderley Pessoa/arquivo MEC)
Escolas participantes do programa Mais Educação, com todos os estudantes matriculados no regime de tempo integral, apresentaram evolução significativa de desempenho na Prova Brasil. A constatação é de estudo da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação. O Mais Educação (PME) atende instituições de ensino com baixos indicadores de qualidade educacional localizadas em zonas de vulnerabilidade social. Contabilizadas todas as escolas que participam do programa, o desenvolvimento também foi melhor do que a média nacional.

No estudo, a SEB selecionou as médias de três grupos de escolas — as do PME em que todos os alunos estudam em tempo integral; todas as escolas vinculadas ao PME; escolas públicas do Brasil. A partir daí, foi feita a comparação da evolução do rendimento, por grupo, nas áreas de língua portuguesa e matemática nas edições da Prova Brasil de 2007, 2009 e 2011.

As médias em português dos estudantes do quinto ano das escolas do PME com 100% das matrículas em tempo integral passaram de 164,19 em 2007 para 182,81 em 2011. Em matemática, de 180,71 para 201,87 no mesmo período. Nesse mesmo espaço de tempo, os estudantes do nono ano passaram de 227,31 para 238,62 em português e de 236,03 para 244,13 em matemática.

Em língua portuguesa, a diferença entre a média nas escolas do PME 100% integral e de todas as escolas públicas do Brasil, para estudantes do quinto ano, diminuiu de 7,21 pontos em 2007 para 2,68 em 2012, o que significa evolução. As médias em matemática dos estudantes do nono ano do ensino básico de escolas do PME 100% integral, que eram 4,53 pontos inferiores à média nacional em 2007, em 2011 foram 1,1 ponto superiores.

Diálogo — De acordo com a diretoria de currículos e educação integral da SEB, Jaqueline Moll, o programa Mais Educação é uma ação indutora que promove a ampliação efetiva da jornada escolar. “Nós nos habituamos a uma escola de quatro horas; o caminho que buscamos com o Mais Educação é aumentar o número de horas na escola, com um diálogo entre os conteúdos tradicionais e instrumentos e temas contemporâneos”, afirmou.

Mais Educação foi criado em 2007 para atender, inicialmente, 1.380 escolas que apresentavam os piores resultados no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) e eram consideradas em situação de vulnerabilidade. De acordo com a proposta do programa, no turno oposto ao das aulas, os alunos têm acompanhamento pedagógico obrigatório. Contam ainda, com café da manhã, almoço e lanche. Os professores ajudam nas tarefas, tiram dúvidas e dão aulas de reforço, principalmente de português e matemática. 

Este ano, o programa chegou a 32 mil escolas. Para os próximos anos, a perspectiva é de ampliação. “A meta é atender 60 mil escolas em 2014”, disse Jaqueline Moll. O orçamento é de R$ 1,5 bilhão, oriundos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e do Plano Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Com o desenvolvimento do PME, o número de escolas com 100% das matrículas em tempo integral aumentou 178,9% — de 161 unidades em 2010 para 449 em 2011. O total de estudantes atendidos nessas escolas passou de 59.274 para 132.706 no mesmo período, o que significa aumento de 123,9%. “O programa permite que as escolas criem um ambiente favorável à permanência e ao aprendizado dos estudantes”, destacou Jaqueline.

Apenas os estados do Acre, Amapá e Sergipe não contam ainda com escolas com 100% de alunos matriculados no regime de tempo integral. 

Fonte: portal.mec

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Receba gratuitamente a Coleção Itaú de Livros Infantis




A Coleção

São três volumes da Coleção Itaú de Livros Infantis para você ler e reler para as crianças.


Quando você lê para uma criança, além de aproveitar bons momentos, contribui para sua educação e seu desenvolvimento integral.Faça seu cadastro, receba gratuitamente a Coleção Itaú de livros Infantis e leia para uma criança.

 




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Dilma sanciona lei que prevê a construção de 6 mil escolas

Desde o lançamento do programa Brasil Carinhoso, em maio deste ano, o governo federal já retirou 2,8 milhões de crianças de até seis anos de idade da extrema pobreza. O resultado foi apresentado durante cerimônia de sanção da lei que institui o programa, nesta quarta-feira, 3, no Palácio do Planalto, com a presença do ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Entre as medidas propostas está a ampliação do acesso das crianças à creche e pré-escola.

“O Brasil dá um passo refinando cada vez mais a sua política social”, afirmou a presidenta da República, Dilma Rousseff. “Se em cinco meses nós conseguimos esses resultados, iremos daqui para a frente acelerar a melhoria da situação daquela parcela mais vulnerável da população brasileira.”

Criado pela Medida Provisória nº 570, de 14 de maio último, agora convertida em lei, o Brasil Carinhoso, que integra o Plano Brasil sem Miséria, é um conjunto de ações destinadas à assistência a famílias que têm crianças até seis anos de idade, por meio da melhoria da renda, da educação e da saúde. Até 2014, devem ser construídas 6 mil escolas de educação infantil para atender crianças até cinco anos de idade. Serão destinados recursos ainda para a aquisição de equipamentos e mobiliário.

De acordo com a nova lei, o programa Bolsa-Família será ampliado para garantir a famílias que tenham pelo menos uma criança com até seis anos renda mínima por pessoa superior a R$ 70 mensais. Além disso, o Brasil Carinhoso prevê a antecipação dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) a municípios para obras de novas escolas e unidades de educação infantil.

As creches públicas ou conveniadas que tenham crianças atendidas pela Bolsa-Família contarão ainda com ampliação de 50% no repasse de recursos federais. A merenda escolar também terá investimento reforçado, com aumento de 66% no valor repassado por criança matriculada em creches públicas e conveniadas.
FONTE: portal.mec

No Projeto Educação, professor de sociologia explica os valores sociais

Na aula desta terça-feira (2) do Projeto Educação, o professor de sociologia Fábio Medeiros explica o que são os valores sociais. A Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, foi construída há quase quatro anos para abrigar 180 pessoas. Mulheres que em algum momento da vida fizeram escolhas erradas e agiram contra os valores da sociedade.

“Os valores sociais são construídos pela sociedade. Não é o indivíduo que necessariamente nasce com os valores e individualmente os constrói. É sempre o coletivo. Apesar dos valores sociais serem uma construção social o indivíduo também tem a capacidade da escolha. As condições podem inibir, neutralizar ou determinar a escolha, mas o ser humano é sempre livre e assume as consequências de suas decisões. Se a sociedade diz que isto não é o correto e que tal ação é a correta, você tem uma escolha a fazer. Essa escolha vai ter um peso que é você quem vai determinar” , explica o professor.

Ir contra os valores sociais é o que chamamos de contravalor.
“A criminalidade é algo que a sociedade não admite como valor. É um contravalor. Diante de certas condições que em sociologia chamamos de determinações sociais e econômicas, muitas vezes as pessoas são empurradas, o que não é uma justificativa, a viver um contravalor, a fazer ações inaceitáveis do ponto de vista social, como tirar a vida de alguém ou você cometer um furto”, acrescenta Medeiros.

O que essas mulheres buscam, agora, é uma oportunidade. E o governo do estado, responsável por elas, tem a obrigação de oferecer através da ressocialização.
Hoje, a Colônia Penal Feminina tem 540 mulheres presas. Dessas, 78 fazem trabalho interno. Uma oportunidade de reduzir a pena, mas mais do que isso, é o início de uma nova vida, que pode continuar quando elas voltarem para a sociedade.
Para trabalhar, é preciso ter um bom comportamento e se comprometer a frequentar a escola à noite, depois do expediente. Juntos, estudo e experiência profissional podem levar a um emprego.
“Recentemente, temos uma empresa que contratou duas. Elas receberam o alvará de soltura e não podem mais continuar no convênio, e eles assinaram a carteira”, diz Ednaldo Pereira, gerente de educação e qualificação profissional da Seres
No trabalho, Michaely Souza encontrou a esperança de uma vida diferente fora das grades. “Quero ter essa oportunidade lá fora quando eu sair, de conseguir um emprego externo quando eu sair”, conta ela.
“Aqui o que se vê é uma tentativa de recuperação, de uma retomada, de uma segunda chance, ou quantas chances forem possíveis para as pessoas serem relocadas, reconsideradas e aceitas socialmente, porque todos nós somos passíveis do erro. E tomara que a gente não caia num erro tão grave e inaceitável do ponto de vista social. É um experiência que deve ser aprimorada e a sociedade,  acima de tudo, conhecer e mudar também a perspectiva do seu olhar para a valorização das mulheres que aqui se encontram”, finaliza Medeiros.